A Bahia, administrada há 14 anos pelo PT, é última colocada em quase todos os índices de serviços públicos e qualidade de vida. Seguem as fontes e uma breve análise sobre o poder destrutivo de um governo socialista.

Governo de esquerda é sempre caracterizado por forte intervenção estatal, excesso de leis trabalhistas, alta carga tributária e burocracia, e pelo aumento dos gastos públicos, via de regra acompanhados de medidas demagógicas e eleitoreiras. A receita é tirar das empresas e do setor produtivo boa parte do que eles produzem e redistribuir a riqueza entre pessoas mais necessitadas, que bacana…

O que acontece então? Empresas quebram ou simplesmente migram para estados mais atrativos ou outros países. A consequência imediata é o desemprego e empobrecimento da população. A farta mão de obra disponível faz os salários se achatarem ao mínimo (oferta de emprego baixa x procura por emprego alta).

O governo por sua vez, vê a queda de arrecadação, que aumenta o rombo nas contas públicas, já que os gastos para manter politicas assistencialistas e a própria máquina publica são altos. Isso gera uma bola de neve, aumenta-se a tributação para cobrir os rombos e as empresas quebram ainda mais ou continuam fugindo.

Vimos a conta chegar na Bahia, com o nosso estado quebrado, enquanto o governador gastava bilhões em obras tamanho G para se reeleger, aumentando ainda mais o rombo nas contas públicas do Estado. O governo do PT no Brasil elevou a nossa dívida pública de 800 bilhões para 4,5 trilhões (o PSDB já havia elevado de 200 para 800 bilhões antes).

A esquerda conseguiu quebrar duas economias pujantes, como a Venezuela e a Argentina, entre outros, em pouco menos de duas décadas. Estávamos no mesmo caminho aqui no Brasil. Governo socialista é uma bomba a longo prazo.

A Bahia é maravilhosa, mas infelizmente sofre com o governo populista e demagógico do PT, que empobrece o estado e faz muito mal a sua população. Basta ver os índices citados para concluir que o PT não faz nada pelos mais pobres, além de explorar a pobreza de seu povo em épocas eleitoreiras, é disso que sobrevive.

FONTES;

RENDA : 44% da população abaixo da linha de pobreza: <https://www.metro1.com.br/noticias/bahia/65295,bahia-tem-quase-metade-da-populacao-abaixo-da-linha-da-pobreza-diz-ibge>

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